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O Pará - Carlos Araujo Carujo
O PARÁ
Carlos Araujo Carujo
O PARÁ
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO
e nascimento dos municípios
2023
© 2023 Carlos Araujo Carujo
Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução.
Copyright © 2023
By Carlos Araujo Carujo
Capa do Autor
Edição publicada em Janeiro de 2022
IMPRESSO NO BRASIL - PRINTED IN BRAZIL
C257p Carujo, Carlos Araujo
O PARÁ, 2023.
203f.
1. Pará. 2. Paraense. 3. História. 4. Amazônia. 5. Colonização. I. Título.
ISBN 978-985-11-2068-6 CDU 000
Gerada automaticamente pelo módulo ficha.net
mediante dados fornecidos pelo autor.
RESUMO DO LIVRO
Apresentação
Preâmbulo
Introdução
Capítulo 1
Estratégias de Ocupação
Capítulo 2
Evolução Econômica
Capítulo 3
Vias de Ocupação Territorial
Capítulo 4
O Nascimento dos Municípios
Capítulo 5
Sobre as fontes
Capítulo 6
Bibliografia e Referências
Sugestões de Leitura
Capítulo 7
Referências Gerais de História dos Municípios Paraenses
Sobre o Autor
Traços Biográficos
As terras do Pará eram disputadas governos monárquicos estrangeiros e mesmo antes do descobrimento
já mandavam, para esta região, missões e expedições exploradoras.
Apresentação
Se este livro fosse apenas uma coleção de histórias dos municípios do Pará não teria maior importância do que os que já circulam, por aí. A crônica dos fatos narrados neste volume, da gênese ao consequente desenvolvimento cultural de cada unidade política do Estado, revela uma curiosa fronteira entre o real e o admirável. Haveria de ser chamada História dos Municípios Paraenses
.
A arquitetura da obra é de surpreendente causalidade. Porque o Autor não deixa que os fatos brotem por si mesmos das fontes, que exsurjam sem vida da pesquisa ou que apareçam
por esmerada coincidência de uma narrativa meramente técnica. Ele, acintosamente, humaniza o enfoque quando se envolve, psicologicamente, à conduta das populações. O Autor apreendeu a alma do audacioso povo paraense.
Uma biografia coletiva não poderia ser apresentada com a perspectiva do presente, mas sob o prisma da conjuntura da época em que os fatos aconteceram. Esta dimensão temporal, tão palpável quanto a nossa própria vida, brota de contextos dramáticos de alegria e triunfo, de sofrimento e dor.
Podemos observar, na leitura deste texto, que Carujo finca os marcos históricos principais, metodicamente, desde o enraizamento do povoado primitivo, passando pela fase intermediária de ebulição do núcleo habitacional pioneiro, até o nascimento do município pela unificação do território. Este enfoque trilógico é referencial para a identidade, o caráter – o DNA
das populações paraenses.
Este escrito marca um momento importante, de complementação á bibliografia existente, sobretudo quanto à própria historiografia paraense. Aqui é reunido um conjunto de referências que esteve disperso, há dezenas de anos. Não podemos dizer que o autor encontrou tudo
, mas que se esforçou para reunir o máximo
.
Muito já foi produzido, no passado, pelos escritores de História do Pará e muito mais há de ser feito, com certeza. De nossa parte, dentro dos limites do apertado orçamento de um empreendimento cultural alternativo, estamos satisfeitos em contribuir editorialmente com este conteúdo tão extraordinário.
Eis aqui um livro para ser lido e compartilhado.
Carlos Araujo Carujo, 69 anos, pesquisa a História do Pará e da Amazônia há 40. Escreveu e publicou dezenas de livros. É referência da Universidade Federal do Pará, como pesquisador de História do Pará.
Carujo tem se dedicado, profissionalmente, a publicar livros, jornais, fascículos e panfletos desde os 14 anos de idade. Fenômeno? Não...
– diz – Apenas uma reiterada prática de sobrevivência
. Ele persiste teimosamente nessa contenda, até hoje, porque montou sua própria casa publicadora
.
407º Ano da Fundação de Belém
Preâmbulo
Quando Colombo voltou da 2ª viagem, os espanhóis acreditaram que haviam alcançado o oriente extremo, onde poderiam encontrar os produtos mais valiosos: drogas, especiarias, pedras preciosas e ouro. Os espanhóis recomeçaram negociações com os portugueses. Um acordo, sem o envolvimento do Vaticano, iria resolver as questões de limites. Lavraram e assinaram, então, o Tratado de Tordesilhas, acordo este firmado entre D. João II e Fernando e Isabel. Em 1495 o rei de Portugal, D. Manuel I, que sucedeu D. João II, obteve aprovação do Papa. Esta foi concedida pelo Papa Julio II, em 1506, por meio da Bula "Ea quae pro Bono pacto".
O Tratado de Tordesilhas acabou com os desentendimentos entre Espanha e Portugal, em torno do domínio do Oceano Atlântico. Ele estabelecia limites de regiões do planeta que ainda eram desconhecidas. Posteriormente foram definidas, como parte desse tratado, a Baía do Maracanã, a costa do Estado do Pará e Cananéia, no litoral de São Paulo. Distavam 370 léguas a Oeste de Cabo Verde, mas o território brasileiro seria de domínio português. As outras regiões do continente eram o domínio da Espanha.
A Amazônia foi descoberta por Vicente Yanez Pinzón, navegador espanhol. Antes de Pedro Álvares Cabral, em fevereiro de 1500.
Parte das terras paraenses, antes dessa época, já formavam núcleos urbanos estabelecidos pelas Missões dos Jesuítas.
