Revista Bartolomeu n°6: Contos Eróticos
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Revista Bartolomeu n°6 - Alexandre Golovanevsky
A Vizinha, 2
Já saíamos há três semanas. A vizinha tinha um apetite de um mendigo. Pontual. Todos os dias após o serviço eu saía em disparada para o apartamento dois andares acima do meu para uma radical tarde de amor. Lícia era uma desgraçada na cama, virava assim, e assim, e assim, na boca assim, de costas, de pé na cozinha, no banheiro. Até anel peniano usamos; ela gemia como uma locomotiva na hora de chegar. Eu estava apaixonado, doido, doente num vício chamado Lícia. Quando não estávamos juntos eu a imaginava de todos aqueles jeitos. Não sei como não houve rumores sobre a visita misteriosa que às 18h30 pontualmente batia à sua porta e saía pelas escadas depois das 20h, para chegar em casa como simples trabalhador, beijando cinicamente, sua Augustinha.
O mais audacioso foi uma vez, num desses sábados ensolarados de condomínio, desci com Augustinha para a piscina e topamos com Lícia, se bronzeando numa esteira bem a beira do único lugar que encontramos para ficar. Confesso que fiquei numa angústia de tirar o chão. Minha mulher e Lícia, a insaciável vizinha, sentaram tão próximas que seria impossível que não se entrosassem. Mas antes disso, Lícia não deixou de fazer provocações dentro
