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Inhangapi - Carlos Araujo
Carlos Araujo
INHANGAPI
História e Gente
2018/2020
RESUMO
Apresentação
O Caminho do Diabo
Introdução
Fontes Valiosas
A História Antiga
Das Origens à Emancipação
Símbolos do Município
Bandeira, Brasão, Hino
Aspectos Modernos
Cultura, Território, Produção
Infraestrutura de Inhangapi
Educação, Saúde, Economia...
APÊNDICE
O Açaí
Lenda, Festival, Receitas
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
Livros, Periódicos, Instituições
Instituições Visitadas
Órgãos de Apoi à Pesquisa
Quem é Carlos Araujo
PRÓLOGO
Preenchendo uma Lacuna
O Município de Inhangapi e a história de seu povo, é o novo campo de exploração do escritor Carlos Araujo, em que se vê envolvido, novamente, pelo desafio da pesquisa de elementos historiográficos antigos.
Aquela cidade e a sua população têm as suas histórias relacionadas, intimamente, a outros povos e a outros municípios do Estado do Pará, mas a memória mais ancestral nos leva à descoberta das tradições indígenas, das mitologias comparadas, dos conceitos e das palavras.
O lugar em que se situa o Município de Inhangapi teria sido no passado, mesmo, o caminho do diabo
?
O povo anda envolvido, até modernamente, com as lendas, com as velhas tradições, como pode bem observar, em sua pesquisa, o Autor desta monografia. Até as estórias fantásticas do velho mundo, da Grécia inclusive, impregnam a cultura local. O Autor acredita que isso, para muitos, até poderia passar despercebido. Mas quando o visitante nota a que tradução do topônimo Inhangapi é, de fato, caminho do diabo
em nheengatu e se depara com uma escultura de concreto do deus Netuno, que até há bem pouco tempo estava fincada na praça principal da cidade, pode sentir que ali se abre uma porta de comunicações para conceitos místicos.
Só mesmo falando, demoradamente, com os moradores mais antigos é que vamos tomar contato com a memória viva das tradições indígenas locais. O povo há muito que aprendeu a conviver com o que chamam de encantado
, que são seres surgidos das lendas como: Matinta-Perera, Bôto, Caipora, Mãe D’água, Cobra-grande.
Longe das lendas e das fantasias, Carlos Araujo diz que o conhecimento da História de um povo, como o de Inhangapi, é um bem precioso e necessário. É isto que tem dado a inconfundível identidade para uma nação, para um país, para um município e para sua cidade-sede. Mas, como quase nada se tem escrito sobre a História de Inhangapi, este trabalho de Carlos Araujo é uma contribuição oportuna e também de alto valor para a memória a ser preservada.
Este Autor, Carlos Araujo, procura desenvolver a sua narrativa numa forma cronológica, abordando a História Antiga desde os primórdios, passando pela vida do Núcleo Colonial, acompanha a criação da Vila, até o momento de instalação do Município. Depois ele procura fornecer dados, dentro de suas possibilidades de pesquisador sem recursos, sobre praticamente todos os setores do Município de Inhangapi: cultura, artesanato, folclore, economia, festas religiosas. É bem verdade que as informações podem proceder de anos anteriores, mas pouca coisa mudou, em Inhangapi, nestes termos.
Além do trabalho de pesquisa histórica, ele também quer estender o conhecimento cívico a algumas noções corretas do significado da Bandeira do Município, de seu Brasão D’armas e as formas de utilização nas escolas, nas repartições e em solenidades oficiais.
Temos certeza que Inhangapi – História Antiga. Aspectos culturais e territoriais
– veio preencher uma lacuna na historiografia do interior paraense, sobretudo na do Município de Inhangapi e auxiliar professores, alunos e pesquisadores na investigação sobre temas sempre presentes no nosso dia-a-dia.
Apresentação
O Caminho do Diabo
Se o paraíso vier à Terra, um dia, ele será instalado à vertente direita do Rio Inhangapi – afluente do poderoso Rio Guamá – no município do mesmo nome. Os encarregados de instalar o condomínio celeste ficarão impressionados com as paradisíacas, como só estas terras são. As paragens destas águas e florestas, de tantos privilégios naturais atraem e fixam seus orgulhosos habitantes. Quem trilha os caminhos Inhangapi, sempre volta.
AS MITOLOGIAS TÊM A VER
As memórias da cidade de Inhangapi estão impregnadas da mitologia grega e ameríndia. Para muitas pessoas, mesmo moradoras do local, isto passa despercebido. Mas quando algum eventual visitante descobre a tradução do seu topônimo – Inhangapi: caminho do diabo
e lembra que existia uma escultura de Netuno (Poseidon) na praça principal da cidade, entre o paço municipal e o porto fluvial, sente que se abre um portal para especulações místicas.
Os moradores antigos dominam as tradições que descendem, em linhagem direta, da ramificação tupinambá que se originou da grande nação Tupi. Convivem com o encantado há gerações onde podemos entrevistar quem diz ter estado em contato pessoal com Matinta-Perera, Bôto, Caipora, Mãe D’água, Cobra-grande. Qualquer morador de Inhangapi sabe
