Escritos da Escuridão
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Sobre este e-book
Uma coletânea repleta de contos feitos para a noite. Contos de diversos modos, mas todos escritos exclusivamente no gênero do Horror. Uma junção de vários escritores independentes que reunidos neste volume, trazem ao leitor uma rica e única experiência no gênero Horror Indie. Se você gosta de histórias de horror, este livro será sua nova aventura literária.
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Escritos da Escuridão - Obook
Ficha do Livro
Escritos da Escuridão,
Vários Autores
Organizador: Donnefar Skedar
Capa: Obook
Imagem da Capa: Adobe Stock
Diagramação e Edição: Obook
Revisão de Texto: Feita pelos próprios participantes
Copyright desta edição: 2023 © Obook
Visite nosso site:
obook.com.br
1. Coletânea 2. Contos 3. Português 4. Nightmares
1. Título 2. Livro Digital 3. Coleção
Todos os direitos sobre esta obra são de exclusividade do selo independente Elemental Editoração, para qualquer tipo de informações ou reproduções sobre a mesma, é necessário a autorização antecipada pelo selo assim como pelos autores participantes deste projeto.
Sumário
Ficha do Livro
Apresentação
Uma Viagem Noturna
HPL-46 Necronomicon
Sanguessuga
Sacrifício da Sexta 13
Porão das sombras: os reféns do medo
Oblação
O filho da Medusa
No rastro da Lua
Máscara de Ouro
Duas Cenas em um Mesmo Prédio (Separadas por Quarenta Anos)
Ivana Perpétua
Dívida de Sangue
A escritora
Bricon, a estação mal-assombrada
Aquilo
Aniversário
A casa mal-assombrada moderna
Apresentação
Olá leitor, você está iniciando a leitura de mais um livro em edição especial da editora Obook. Especial pelos participantes, por suas obras e claro, pela forma como surgiu.
Com contos indies os novos escritores da literatura fantástica nacional, apresentam suas obras nesta coletânea. Com destaque para alguns escritores com anos no cenário literário e outros estreando graças as oportunidades das coletâneas e antologias. Por isso, ao ler o livro, tenha em mente que este é um projeto independente, feito de forma gratuita para todos os participantes, com a principal intenção de ter o trabalho divulgado na internet e fora dela com a versão impressa.
Por fim, deixo meu agradecimento por sua leitura e deixo o convite para ir ao site da editora Obook e aproveitar todos os projetos com eBook gratuito.
Abraço literário de Donnefar Skedar,
o Organizador
Uma Viagem Noturna
José Felipe Rangel Gallindo
A madrugada corria louca, desconstruindo um tempo que escorria lentamente, como pequenos grãos de areia numa ampulheta imaginária.
O nosso encontro terminara a pouco. Quando eu e minha amada estávamos juntos, o tempo parecia ser transformado pela alquimia do amor, pois às horas se transformavam em minutos.
Eu me despedi dela na frente do portão de ferro de sua casa. Um beijo. Um abraço. Sua mão, minha mão. Ela estava tão pálida e gelada! Atravessou a velha porta de mogno em profundo silêncio. Atravessou a porta?!?! Deve ter visto coisas. A entrada da casa estava na penumbra;
Dei as costas em direção a rua. Olhei o relógio. Três horas da madrugada. Segundo alguns, esta é a hora na qual os dois mundos se encontram. O mundo dos vivos e o mundo dos mortos. Levantei a gola do meu surrado casaco de couro e segui em frente. Fazia um frio outonal que prenunciava a proximidade do inverno. Uma tênue névoa hesitante roçava meu rosto, desdobrando imagens de memórias distantes e difusas. Logo cheguei ao ponto de táxi no qual incertos motoristas passavam nas tristes horas mortas da madrugada. Apressei o passo e caminhei até lá. Vazio. Nenhum táxi. Silêncio irritante incomodava meus ouvidos. Caminhei alguns passos até ficar meio encoberto por uma frondosa árvore para esperar algum táxi chegar ou na pior das hipóteses ver despontar no horizonte daquele bucólico bairro residencial o amanhecer.
Passados alguns minutos, o som de um motor ecou pela madrugada silente e pouco depois um par de faróis acesos apareceu dobrando a esquina lentamente. Era o tão esperado táxi!
Imediatamente sai de perto da protetora árvore e fui ao ponto levantando o braço e dando o sinal ao motorista. Ele estacionou e pela janela aberta ao lado do taxista o cumprimentei:
— Boa noite amigo! Está livre? Queria que me levasse para minha casa.
Ao que ele respondeu:
— Boa noite! Sim estou disponível. Gosto de rodar durante a madrugada. O amigo vai para aonde?
Respondi informando meu destino ao que ele retrucou:
— Conheço bem o lugar. Um pouco distante mas já levei alguns passageiros para lá. Mas tem um porém. Nestas corridas longas durante a madrugada faço lotação. Se aparecerem passageiros dando sinal enquanto rodamos e a corrida deles não sair do nosso percurso deixarei eles subirem no carro e seguirem viagem conosco. Tudo bem para o senhor?
Não pensei duas vezes e prontamente concordei. Não queria ficar sozinho ali no resto da madrugada. Afinal de contas, naquela hora quem mais poderia aparecer na cidade que dormia a sono solto?
Entrei no carro sentando ao lado do motorista. Ajustei o cinto de segurança e me acomodei no assento. O motorista deu partida no carro e antes de iniciarmos a corrida ele se benzeu fazendo o sinal da cruz e murmurou:
— Vamos para mais uma corrida noturna.
Estranhei um pouco o comportamento, mas como já era madrugada alta toda proteção seria bem vinda. Deste ou do outro mundo.
Agora dentro do táxi sentado ao lado do motorista pude observá-lo com maior atenção. Era um senhor dos seus 60 anos. Cabelos bem grisalhos e barba rala branca. Olhar taciturno, mas bem vívido. Um detalhe chamou minha atenção. Estava vestido todo de preto e usava uma corrente prateada com um grande crucifixo de metal no peito. Aliás, observando melhor agora todo o carro tinha adereços religiosos. Salmos e versículos da Bíblia fixados nos vidros e dois terços pendurados estrategicamente no vidro traseiro e outro na frente logo abaixo do retrovisor. Os terços eram de prata reluzente. E uma pequena Bíblia encapada em negro couro repousava sobre o porta luvas a minha frente. O taxista deve ter percebido meus olhares para esses detalhes internos do carro pois em seguida comentou:
— Trabalhar nestas horas pode ser bem mais tranquilo, mas também pode ser um tanto perigoso. Eu sou muito religioso, católico praticante, e junto com minha esposa adornamos meu local de trabalho com símbolos de nossa fé. Fora os perigos da noite, as vezes aparecem coisas estranhas no caminho.
De bate pronto perguntei:
— Coisas estranhas?
Neste exato momento ao longe uma figura difusa toda de branco estava com o braço direito levantado acenando freneticamente. Então o taxista falou numa entonação grave:
— Um passageiro da noite. Vou parar, é o meu ofício e minha missão. Algumas vezes esse tipo de passageiro fica a viagem toda em silencio. Mas em diversas situações eles aproveitam para falar de suas vidas. Escute respeitosamente e não interfira.
Antes que pudesse retrucar o táxi parou. Um homem muito pálido e meio tremulo abriu a porta traseira e entrou se sentando bem atrás de meu banco. O taxista com um tom amigável falou:
— Boa noite amigo! Vamos para aonde?
Uma voz distante e fraca apesar da proximidade respondeu:
— Lagoa encantada…
Ao que o motorista consentiu:
— Lagoa Encantada... Sim. Fica no caminho. Vamos…
Notei que o motorista estava tenso, pois algumas gotas de suor escorriam de sua testa que franzia constantemente, apesar da madrugada fria. Aliás, desde que o passageiro entrara no táxi parecia que todo o ambiente no interior do carro começara a congelar. Um leve cheiro de coisa fria também despertava uma inquieta sensação de repulsa em mim. Como atravessávamos ruas escuras, por mais que tentasse visualizar o impreciso semblante de nosso companheiro de viagem pelo retrovisor interno, nada conseguia divisar. Só uma sombra na opressiva escuridão. E para meu espanto, a difusa sombra começou a falar numa voz metálica e sem vida.
— Foi assim… Foi numa noite como esta. Foi numa fria noite de outono. Meu melhor amigo me convidou para ir ao clube de bilhar para jogarmos sinuca e bebermos algo. Era uma noite de quarta-feira. Eu não queria ir. Resisti o quanto pude. Trabalharia cedo no dia seguinte. Minha esposa não gostava dele e seria contra que saísse a noite num dia de trabalho. Mas ele tanto fez que acabei concordando em ir ao clube assim que largássemos do serviço para passarmos apenas 1 hora. E assim foi feito. Depois desse tempo e jogarmos algumas partidas de bilhar nos preparamos para irmos embora. Como tínhamos bebido, voltaríamos de táxi. Quando eu já estava saindo ele me chamou.
— Ei! Vamos beber a saideira! Tenho aqui duas doses de whiskey. Um brinde a amizade!
Não havia como recusar. Bebi de uma vez a dose maldita. Ela estava envenenada. Saímos. Ele foi logo embora num carro desconhecido para construir seu álibi. Eu comecei a passar mal na rua. Do nada surgiram uns caras estranhos que me pegaram e jogaram no porta mala de um carro. Agonizando, sacolejei alguns minutos até pararmos. Abriram então o porta mala.
— Esse f. d. p. ainda não morreu? Amarra ele! Coloca um saco na sua cabeça! Amarra as pedras nos seus pés! Bora jogar ele na água!
Com a minha consciência apagando, escutava as vozes ao longe e sentia meu corpo sendo jogado de um lado para outro como um trapo velho. Movimento. Queda. Tchibum ! Sendo puxado para o fundo gélido e escuro. Dor e esquecimento. Eu não sabia, mas meu amigo estava a tempos de olho na minha esposa e na nossa casa. Planejou tudo para se livrar de mim. Se livrar de mim jogando meu cadáver nas águas profundas e negras da Lagoa Encantada…
Neste exato instante o carro parou bruscamente e o taxista falou.
— Chegamos! Chegamos na Lagoa Encantada.
A porta traseira foi aberta e fechada com força. Som de passos cambaleantes e depois o ruído característico de algo pesado sendo atirado na água. Depois um silencio torturante…
horrorizado e paralisado não consegui por alguns momentos falar. O pé do motorista no acelerador e o som do motor quebrou o vazio que nos oprimia.
Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade, consegui balbuciar uma pergunta.
— O que foi isso?
Ao que o motorista respondeu.
— Nada demais. Pessoas estranhas aparecem nas ruas desertas e solitárias durante minhas corridas noturnas. Eu só escuto e os levo ao seu destino final.
Disse isso tranquilamente. Se benzeu e beijou seu crucifixo prateado. Antes que eu pudesse retrucar a tranquilidade de sua fala surgiu das sombras um senhor idoso dando sinal para o táxi.
O motorista falou brevemente.
— Mais um passageiro. Sejamos respeitosos e silenciosos.
O táxi parou e um novo passageiro adentrou o carro. Com uma voz grave e que soava como um lamento nos cumprimentou com cortesia.
— Boa noite senhores! Espero que estejam bem e que a paz habite suas almas.
Assentimos em uníssono.
— Boa noite!
O novo companheiro de viagem revelou então seu destino.
— Senhor motorista por favor me conduza até o Hospital Memorial São Judas Tadeu. Por obséquio.
— Certamente senhor. Fica mesmo em nosso roteiro. Respondeu com um ar de seriedade nosso condutor.
Nos próximos minutos um silêncio tenso se espalhou pelo interior do carro. Eu permanecia calado e imóvel olhando fixamente para a frente das ruas que para mim pareciam todas iguais. Escuras e mal-encaradas. O motorista parecia profundamente compenetrado no caminho. No entanto, parecia que ele movimentava silenciosamente os lábios como se estivesse recitando uma oração.
Eu estava intrigado com o destino do idoso passageiro que entrara a pouco no carro. Ele havia falado de um hospital chamado São Judas Tadeu. Pois pela minha memória esteve velho hospital estava desativado a muito tempo. Inclusive, se não me enganara, ele estava abandonado e meio em ruínas a décadas.
Entretanto minhas divagações interiores cessaram quando o velho senhor pigarreou e começou a falar pausadamente numa voz grave e profundamente triste.
— Tudo aconteceu a muito, muito tempo atrás. Começou com um câncer de pele. Depois se espalhou pelo corpo todo. Metástase. Fiquei internado no hospital por meses fazendo quimioterapia e radioterapia. Minha esposa já havia falecido a anos. Quem ficava comigo no hospital eram meus três filhos. No início existia uma paciência carinhosa para comigo e um relacionamento harmonioso entre eles. Mas com o passar do tempo tudo foi piorando e as animosidades foram eclodindo. A medida que meu quadro clínico se agravava e necessitava da mais e mais cuidados, as tensões de avolumaram. As esposas de meus filhos cada vez mais reclamavam da companhia que eles me faziam nos constantes exames e tratamentos. A piora de minha condição de saúde e a proximidade de meu desencarne fez aflorar em meus filhos a cobiça insana pela minha vultosa herança. Percebi então que havia me tornado um peso para todos e desisti de lutar contra a maldita moléstia. Em poucas semanas definhei até finalmente morrer. Das minhas primeiras lembranças no plano espiritual recordo de meus filhos brigando abertamente em meu velório. Tristeza e pranto! Adormeci durante um tempo que não sei mensurar.
