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A Arte De Viver Pleno: Aristóteles, Epicuro E Nietzsche Em Busca Do Sentido
A Arte De Viver Pleno: Aristóteles, Epicuro E Nietzsche Em Busca Do Sentido
A Arte De Viver Pleno: Aristóteles, Epicuro E Nietzsche Em Busca Do Sentido
E-book51 páginas38 minutos

A Arte De Viver Pleno: Aristóteles, Epicuro E Nietzsche Em Busca Do Sentido

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Sobre este e-book

Em um mundo obcecado por realizações superficiais, este livro mergulha nas profundezas da filosofia para desvendar os caminhos autênticos para a felicidade e um propósito vital. Explorando as perspectivas de Aristóteles sobre a virtude e eudaimonia, Epicuro sobre o prazer moderado e Nietzsche sobre a vontade de poder e a criação de valores, a obra oferece ferramentas práticas para construir uma vida significativa e resiliente. A jornada é uma análise comparativa das diferentes abordagens, demonstrando como cada filósofo contribui para uma compreensão holística da existência humana. Prepare-se para questionar suas crenças e redescobrir o significado de uma vida vivida com autenticidade e paixão.
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento2 de ago. de 2025
A Arte De Viver Pleno: Aristóteles, Epicuro E Nietzsche Em Busca Do Sentido

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    A Arte De Viver Pleno - Andrews M. Gabriels

    A Sombra da Existência: Introdução à Busca por Sentido

    O Dilema da Existência: Uma Jornada em Busca de Sentido

    A experiência humana, desde os primórdios da consciência, tem sido marcada por uma indagação fundamental: qual o propósito de tudo isso? Por que estamos aqui? O que significa viver uma vida boa? Essa busca por significado, por uma razão de ser que transcende a mera existência biológica, é o que pode ser chamado de dilema da existência. É a sombra que paira sobre a nossa consciência, a pergunta silenciosa que nos acompanha em cada passo. A sensação de que algo falta, a insatisfação mesmo em momentos de aparente sucesso, frequentemente apontam para essa necessidade intrínseca de encontrar um sentido para a vida.

    Este capítulo serve como uma porta de entrada para uma exploração profunda desse dilema, apresentando três dos pilares da filosofia ocidental – Aristóteles, Epicuro e Nietzsche – como guias em uma jornada em busca de respostas. Cada um desses pensadores, vivendo em épocas e contextos distintos, ofereceu abordagens radicalmente diferentes sobre como alcançar a felicidade e encontrar significado em um mundo que, por vezes, parece absurdo. Ao compreendermos suas perspectivas, podemos começar a traçar nosso próprio caminho, construindo uma visão de mundo que ressoe com nossas necessidades e valores.

    A Felicidade como o Bem Supremo

    A busca pela felicidade é, sem dúvida, o motor principal da nossa existência. No entanto, a definição de felicidade pode variar amplamente. Para alguns, ela se resume a prazer imediato e ausência de dor. Para outros, envolve a realização de objetivos, o sucesso profissional ou a acumulação de bens materiais. Mas, para os filósofos que exploraremos, a felicidade é algo muito mais profundo e complexo do que uma simples soma de experiências agradáveis. É um estado de bem-estar duradouro, uma plenitude que transcende o efêmero.

    Aristóteles, um dos fundadores da filosofia ocidental, considerava a felicidade, ou *eudaimonia*, como o bem supremo. No entanto, ele não a entendia como um estado passivo de contentamento. Para Aristóteles, *eudaimonia* é a realização do potencial humano, a vida vivida de acordo com a virtude. É um processo contínuo de desenvolvimento moral e intelectual, que exige esforço, disciplina e a busca constante pela excelência.

    A felicidade não é um lampejo fugaz de prazer, mas sim uma vida vivida em consonância com a razão e a virtude. É a realização do nosso potencial como seres humanos, a expressão plena do nosso ser.

    Aristóteles acreditava que a virtude reside no meio-termo entre dois extremos viciosos. Por exemplo, a coragem é o meio-termo entre a covardia e a temeridade. A generosidade é o meio-termo entre a avareza e a prodigalidade. A prática constante da virtude, através de escolhas conscientes e ações deliberadas, é o que nos leva a alcançar a *eudaimonia*. A felicidade, portanto, não é um destino, mas uma jornada.

    Epicuro, por sua vez, também considerava a felicidade como o bem supremo, mas sua abordagem era significativamente diferente da de Aristóteles. Para Epicuro, a felicidade residia na ausência de dor física e perturbação mental – a *ataraxia*. Ele acreditava que a fonte da infelicidade está no medo, na ansiedade e nos desejos insatisfeitos. A chave para a felicidade, portanto, é eliminar esses obstáculos, buscando

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