Sobre este e-book
Atlântida - As Testemunhas, por Walter Parks
Os documentos antigos, artefactos e as remanescências da Atlântida provam que a Atlântida existiu, na realidade.
Muitas pessoas acreditavam que a Atlântida era uma ficção criada por Platão. Porem, Platão não foi o primeiro a escrever sobre isso.
Encontrámos um documento muito mais antigo, que foi escrito no ano de 9619 A.C., cerca de 9.250 anos antes das escrituras de Platão.
Além disso, reunimos provas suficientes, em termos de achados arqueológicos e fatos científicos, que fornecem uma veracidade convincente de que a Atlântida, de fato, existiu e ainda encontrámos as suas remanescências.
Estruturamos essas evidências de forma a dar respostas a 3 questões básicas:
Como é que a Atlântida foi criada?
Será que nos deixou uma evidência, ou um legado?
Como foi destruída?
Género: História/Antiguidade/Grécia
Línguas: Inglesa e Portuguesa (outras traduções em decurso).
Contagem de palavra: 46.288 (141 páginas).
Informação de vendas: Várias centenas de livros vendidos, sem promoções.
Walter Parks
¡Hola! ¡Muchas gracias por su interés en mis libros! Mi interés principal son las historias verdaderas de lo inusual o de lo anteriormente Desconocido o inexplicable. Ocasionalmente también escribo ficción. Nací en Memphis Tennessee y crecí en un pueblo pequeño cerca de Tupelo Mississippi. Después de graduarme de la Universidad Estatal de Mississippi como ingeniero aeroespacial me mudé a Orlando Florida y trabajé para Lockheed Martin por 24 años. Avancé de ingeniero aeroespacial a Vicepresidente de la Compañía y Presidente de la División de Sistemas de Armas Tácticas. Mientras estaba en la Universidad Estatal de Mississippi estaba en la Lista de Honor del Presidente y en el honor de las sociedades de Tau Beta Pi, Sigma Gamma Tau y Blue Key. Recibí una beca de las Aerolíneas Delta basada en mi desempeño académico y rendimiento. Estuve en ROTC y la Sociedad Aérea Arnold donde participé y viajé como miembro del Equipo de Perforación de Precisión. También atendí el entrenamiento de verano de supervivencia en la Base de la Fuerza Aérea de Hamilton en California. Fui seleccionado para Who’s Who (Quién es Quién) entre los Estudiantes en las Universidades y Colegios Americanos. Fui orador de varias organizaciones técnicas incluyendo el Instituto Americano de Aeronáuticas y Astronáuticas. Continué mi educación durante toda mi carrera con una licenciatura MBA del Colegio Rollins y con un Postgrado de los Estudios de Astrofísica en UCLA; Física Láser en la Universidad de Michigan; Ciencia Computacional en la Universidad de Florida; Flujo Compresible en MMC y Financia y Contaduría en la Escuela Wharton, Universidad de Pennsylvania. También tengo educación informal ganada de un hobby de toda la vida de estudiar prehistoria antigua. Por los últimos 10 años me he ocupado a mí mismo en un estudio intenso del proceso de envejecimiento humano. Esto h
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Atlântida - As Testemunhas - Walter Parks
Atlântida
As Testemunhas
Por Walter Parks
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UnKnownTruths Publishing Company
2011-2015
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Este livro foi escrito em 3 partes:
Parte I - A Criação da Atlântida
Parte II - Os Atlantes e o Seu Legado
Parte III - A Destruição da Atlântida
As testemunhas oculares anciãs, muito anteriores à época de Platão, documentaram a destruição da Atlântida, no ano 9619 D.C.
Sempre fomos levados a crer que Platão tinha sido o primeiro a provar, com a sua documentação, a existência da Atlântida no ano 360 D.C.
Temos documentos, artefactos e novas evidências científicas que comprovam a existência da Atlântida e que influenciou tudo aquilo que somos hoje.
Índice
Reconhecimentos
Prefácio
Apreciações
Parte I
Capítulo 1 - Introdução
Capítulo 2 - A Criação da Atlântida
Capítulo 3 - A Cordilheira Meso-Atlântica Gerou as Ilhas
Capítulo 4 - As Remanescências da Atlântida
Capítulo 5 - A Ascensão da Atlântida
Parte II
Capítulo 6 - A Migração para a Atlântida
Capítulo 7 - Quando o Homem Chegou à Atlântida
Capítulo 8 - Estabelecer e Construir a Atlântida
Capítulo 9 - A Organização e as Leis da Atlântida
Capítulo 10 - A Religião da Atlântida
Capítulo 11 - Colónias e Parceiros Comerciais
Capítulo 12 - A Guerra com Atenas
Capítulo 13 - O Legado da Atlântida
Part III
Capítulo I4 - A Destruição da Atlântida
Capítulo 15 - O Aviso
Capítulo 16 - Satanás Vem à Terra
Capítulo 17 - Razão Cientifica para a Destruição da Atlântida
Capítulo 18 - Caos na Terra
Capítulo 19 - Documentos Antigos
Capítulo 20 - As Testemunhas Oculares da Atualidade
Capítulo 21 - Outras Referências Anciãs
Capítulo 22 - Conclusões
Sobre o Autor
Sobre a Editora UnknownTruths Publishing Company
Reconhecimentos
A História é a versão dos eventos do passado com os quais as pessoas decidiram concordar.
Napoleão Bonaparte, 1769 – 1821
Estou a escrever este livro, graças aos relatos dos gigantes da literatura. A maioria dos conceitos e do material herdado foi baseado nos documentos antigos, escritos por autores extraordinários e/ou desconhecidos, na Era que chamámos, previamente, de pré-história. É pré-história porque a maioria dos historiadores profissionais académicos dos nossos dias ainda não reconheceram a grandiosa antiguidade de alguns dos contos registrados nas placas de argila das antigas Babilónia e Suméria, nem os grandes anos de algumas partes da Bíblia Hebraica. As universidades também ainda não reconheceram a grandiosidade de algumas das civilizações antigas da pré-história. Todavia, a evidência é conclusiva em relação à existência dessas grandes civilizações, que existiram há mais de 11.000 anos. Espera-se que as universidades reconheçam, brevemente, esses fatos já comprovados.
Expresso, profundamente, a minha gratidão aos escritores anónimos do nosso passado, por me terem fornecido o discernimento para considerar estes fatos como conclusivos. Também estou, extremamente, agradecido aos grandes escritores clássicos, de uma data muito posterior a essa.
Os principais autores foram Homero, que escreveu, aproximadamente, no ano 800 A.C.; Heródoto, aproximadamente no ano 450 A.C.; Platão, com já tinha referido, aproximadamente no ano 380 A.C., Estrabão, aproximadamente no ano 30 A.C. e Ovídio no ano 1 D.C. Eles tiveram acesso a documentos antigos e à oralidade das tradições que já não se encontram disponíveis nos dias de hoje. Porém, podemos ver elementos das origens das suas histórias, ao estudamos cuidadosamente os seus relatos escritos, e podemos compará-los com esses elementos comuns entre eles.
Este livro baseia-se na extração desses elementos comuns e nessas comparações com os outros elementos semelhantes que encontrámos nas histórias gravadas nas placas de argila e noutras fontes ainda mais antigas. A narração que se desenvolveu a partir deste fundamento era muito adversa para os ensinamentos estabelecidos na história da humanidade e da religião, por esse motivo, teve que ser verificada e provada cientificamente para ter alguma credibilidade.
Estou, igualmente, grato a um grupo mais moderno de escritores por terem providenciado uma introspeção sobre os dados científicos já existentes. Estes escritores são: Inácio de Loyola Donnelly, de 1882 a 1885; RB Anderson, em 1888; Immanuel Velikovsky, de 1956 a 1977; Charles Hutchins Hapgood, de 1958 até 1979; G. Hawkins, em 1977; C. Sagan, em 1977; J.A. West, de 1979 a 1989; Z. Sitchin, de 1983 a 1990; G. Hancock, em 1993; R. Bauval, em 1994; C. Wilson, em 1995; Rand e Rose Flem-Ath, em 1995; D.S. Allan e J.B. Delair, em 1997.
Não posso concordar com todas as conclusões destes escritores mais recentes, pois as evidências relativamente a algumas das suas ideias não são tão conclusivas, no meu ponto de vista. No entanto, algumas das provas suportam certas ideias que tinha pré-concebidas e quero reforçar que demonstro o meu reconhecimento pelo seu trabalho e por terem fornecido os seus conhecimentos.
Os escritores anónimos anciãos, ou seja, os escritores clássicos da antiga Grécia e da Roma antiga, e os escritores modernos listados acima, moldaram o meu conhecimento, sem dúvida nenhuma, em relação a um dos maiores eventos da história da humanidade.
As verdades, geralmente desconhecidas, reveladas por estas histórias antigas e pela evidência científica contemporânea, são fundamentais para compreendermos a nossa verdadeira história, são importantes para interpretarmos alguns dos nossos conceitos religiosos e vitais para predizer o nosso futuro - o destino da humanidade.
Agradeço, mais uma vez, a todos eles.
Prefácio
Quase todas as sociedades antigas contam histórias de um grande país, de onde os seus antepassados migraram. Eles descreviam-no, frequentemente, como o ‘paraíso brilhante’. Platão disse que era a ‘Atlantis’, ou, como é conhecida em Português, a Atlântida.
Muitas pessoas, hoje em dia, querem acreditar que a Atlântida existiu realmente. Muitas outras acreditam que a Atlântida foi, apenas, uma história criada por Platão; somente um mito.
Tróia também era um mito, até o Arqueólogo Schliemann a ter encontrado.
Na nossa pesquisa sobre a Atlântida, encontrámos e reunimos uma enorme quantidade de evidências conclusivas, que foram documentadas neste livro repartido em 3 partes, como referi.
Lembre-se, por favor, que muitos mitos têm origens em realidades - em Verdades Desconhecidas grandiosas.
Leia, elucide-se - desfrute.
Walter Parks
As Apreciações Mais Significativas dos Clientes
Convinving
Da: Caroline; 14 de Março, 2015
Formato: Digital, na Kindle Edition
Quer a Atlântida tenha existido, ou não, o Parks está a ser convincente sobre o fato de ter realmente existido, ao comprová-lo com as suas investigações científicas e literárias completas acerca deste assunto. Não estou convencida se era mitologia, ou não. Se tivesse existido, a passagem de um tsunami pela ilha pode ter feito com que se tivesse afundado no oceano
. Isso parece mais provável do que terem desfavorecido os deuses.
Atlantis the Eyewitness
Da: Hannah1; 14 de Junho, 2012
Formato: Impresso
O primeiro pensamento de muita gente é acreditar que a Atlântida pode até nunca ter existido. A Atlântida era um mito?
Este livro leva-nos numa jornada para um local e para uma Era sobre as quais estava cética. Afinal, como é que eu podia pensar que a Atlântida realmente existiu e, depois, desapareceu sem uma evidência convincente de que alguma vez tenha existido? O autor apresenta uma cronologia convincente, na qual me posso basear, e reforça-a de muitas formas, incluindo com uma prova visível na Internet. Depois de ler este livro, irá ficar com opiniões e teorias novas sobre o continente perdido
. Recomendo este livro para qualquer pessoa que esteja cética.
Parte I - A Criação da Atlântida
Capítulo 1
Introdução
Alguns dizem que a Atlântida é um mito. Troia também era um mito, até o Arqueólogo Schliemann a ter encontrado. Venha comigo e vamos à procura da Atlântida.
Walter Parks
A literatura e a ‘mitologia’ do passado estão repletas de histórias de uma civilização antiga, que foi destruída por uma grande inundação que afetou o mundo inteiro. Platão disse que era a civilização da Atlântida, como muita gente já sabe. Já se aceitou, há muito tempo, que Platão foi o primeiro a escrever sobre a Atlântida, que foi documentada nos seus diálogos clássicos - Timeu e Crítias, escritos nos anos de 360 a 370 A.C., aproximadamente. Estes diálogos foram registrados como sendo conversas entre Sócrates, Hermócrates, Timeu e Crítias. A história de Platão descreve a Atlântida e um conflito entre os antigos Atenienses (os Gregos) e os Atlantes (habitantes da Atlântida), que existiu há cerca de 9.000 anos atrás, anterior à época de Platão. A história foi, inicialmente, contada por Solon (Sólon) a um antecessor de Crítias, que tinha ouvido a história por um sacerdote Egípcio ancestral.
Muitas pessoas acreditam que a Atlântida foi uma ficção criada por Platão. Hey, afinal Platão escreveu sobre a Atlântida cerca de 9.000 anos depois de ter sido destruída!
Contudo, Platão não foi o primeiro a escrever sobre isso; encontrámos um documento muito anterior a essa data, que foi escrito no ano de 9619 A.C, cerca de 9.250 anos antes das escrituras de Platão. Acredita-se que este documento antigo seja o mais antigo de todos os que sobreviveram quase intactos, ao longo dos séculos. E ainda, os achados arqueológicos e as evidências científicas forneceram provas convincentes de que a Atlântida realmente existiu.
A Atlântida talvez seja, simplesmente, o ‘velho mito’ mais recente a tornar-se numa realidade. As descobertas científicas do passado provaram que muitos dos mitos eram baseados na realidade, por isso, acreditamos que reunimos provas suficientes para provar que a Atlântida foi algo real. Vamos rever o que encontrámos.
Estruturámos essa evidência de forma a dar resposta às 3 perguntas básicas:
Primeira: se a Atlântida realmente existiu, então como foi criada?
Segunda: se a Atlantis existiu, isso não influenciou em nada; não deixou nenhuma evidência da sua existência; deixou algum legado?
Terceira: se a Atlântida existiu, onde estão as suas remanescências?
Para responder a estas perguntas, descrevemos a Atlântida em 3 partes:
Parte I - A Criação da Atlântida
Parte II - Os Atlantes e o seu Legado
Parte III - A destruição da Atlântida
A Parte I abrange o período que vai de 225 a 2450 mil anos atrás, quando a Atlântida foi criada.
A Parte II abrange o período de 45.000 A.C. a 9619 A.C., quando os Atlantes migraram para a Atlântida, estabeleceram a sua sociedade e prosperaram.
Parte III abrange o ano da sua destruição, em 9619 D.C..
Capítulo 2
A Criação da Atlântida
"A Civilização existe graças a um consentimento geológico sujeito a mudanças, sem aviso prévio."
Will Durant
As forças geológicas da Terra mudam, continuamente e ao longo dos tempos, a sua superfície; algumas vezes extremamente devagar, outras vezes muito de repente. As mudanças lentas mais conhecidas são provocadas pelo vento, chuva e outras erosões meteorológicas. Porém, a maior das mudanças lentas talvez seja a que é provocada pelas Placas Tectónicas, que fazem com que os Continentes andem à deriva, de uma forma contínua, e se afastem uns dos outros. As forças associadas às Placas Tectónicas podem, ainda, causar: mudanças bruscas, tais como os acidentes provocados pelos terramotos e vulcões; o aparecimento de terras novas, como por exemplo, a Ilha de Surtsey, na Islândia, novas formações de terra, pela erupção dos vulcões, ainda na Islândia e no Havaí, ou o afundamento de massas de terra registrados na história geológica.
Foram as forças das Placas Tectónicas que criaram a Atlântida e foram as mesmas forças das Placas Tectónicas, desencadeadas por um impacto celestial, que a destruíram.
Talvez a melhor evidência e a mais sólida para provar a existência da Atlântida seja antecedente aos diálogos de Platão. Vamos voltar atrás no tempo, para os anos de cerca de 225-250 milhões de anos atrás, e vamos ver a evidência que comprova como a Atlântida foi criada.
Naquela época, todas as massas de terra do Planeta Terra estavam agrupadas, essencialmente, num grande Continente chamado de ‘Pangaea’, que significa ‘todas as terras’, em Grego. Todavia, essas massas de terra assentavam nas grandes estruturas da crosta terrestre, chamadas de Placas Tectónicas. Estas Placas estão, constantemente, em movimento e isso faz com que as várias massas de terra, os Continentes e as Ilhas, andem à deriva e se afastem uns dos outros.
Pangaea foi a quarta vez que quase todas as massas de terra, do Planeta Terra, se aproximaram.
A Terra, por si só, é composta por 3 camadas: a crosta, o manto e o núcleo. O manto tem uma parte frágil, um pouco como a da crosta, e uma porção mais flexível que interage com o núcleo em estado liquido. A crosta e a parte superior frágil do manto percorrem, ou poderá optar por dizer flutuam, na parte mais maleável do manto e do núcleo. A zona móvel da superfície da Terra é composta por várias ‘Placas’, como as que vê representadas abaixo. Estas Placas estão em constante movimento, afastadas umas das outras.
A superfície da Terra é composta por várias Placas Tectónicas que andam à deriva e as três mais importantes de salientar, relativamente à Atlântida, são a Norte-Americana (North American Plate), a Placa da Eurásia (Eurasian Plate) e a Africana (African Plate).
O movimento destas Placas é provocado pela libertação e redistribuição da energia que vem do interior da Terra. Esta energia, resulta das enormes forças da gravidade sobre as grandes massas da Terra e sobre a energia térmica gerada por um declínio radioativo. As energias não são uniformes e as diferenças, em vários locais, colocam grandes pressões sobre os rochedos e os outros materiais que compõem as superfícies da Terra.
Os movimentos dessas Placas mudaram a superfície da Terra, passando de
