Romântica de Plantão - Spin Off
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Sobre este e-book
Venha descobrir o que aconteceu com esses personagens divertidos e apaixonantes depois que Malcom foi levado ao hospital. Divirta-se com novas risadas, emoções inéditas e surpresas mirabolantes nesse spin-off sequência como somente Vanessa Bosso poderia escrever.
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Vanessa Bosso
Olá, seus literalindos! Meu nome é Vanessa Bosso e a literatura é minha segunda paixão na vida. A primeira, sem dúvida, é a minha família. Sou formada em publicidade, propaganda e marketing, coaching emocional e terapia cognitiva e comportamental. Neste momento do tempo-espaço, estou estudando física quântica, neurociência, teoria da simulação e outras loucuras do bem. Onde isso vai me levar? Só o universo sabe... mas uma coisa é certa: muitos livros serão escritos no futuro. Conecte-se comigo
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Romântica de Plantão - Spin Off - Vanessa Bosso
PARA QUEM ESQUECEU O CAPÍTULO FINAL DO
ROMÂNTICA DE PLANTÃO
No hospital da pequena cidade, não consigo ficar em paz. Sei que no Metropolitano ele terá tudo o que precisa, mas aqui, sobra boa vontade e faltam equipamentos de ponta.
- Ele está estável, pare de andar em círculos. – Júlia repreende e me estende um café.
- Por que não podemos vê-lo ainda?
- Você conhece os procedimentos.
A noite já caiu do lado de fora do hospital municipal. Não consegui comer nada e estou à base de café. Júlia e Dom se comunicam o tempo todo, assim como eu e minhas irmãs.
Preciso tomar um ar e faço um sinal para a Júlia. Ela se despede do Dom ao telefone e me segue até o lado de fora. Encontramos um banco vazio no jardim da frente e ali sentamos, com nossos cafés e nosso cansaço.
Tem algo incomodando e percebo que estou com o celular do Malcom no bolso traseiro do jeans. Puxo o aparelho para fora e encaro a tela trincada. Deixo um sorriso escapar e minha amiga fica sem entender.
- O que foi? Do que está rindo?
- Acredita que ele tirou uma foto minha sem eu saber? E usa como fundo de tela no celular? – Não posso mostrar, não sem a digital dele.
- Tá brincando?
- Eu só vi quando precisei te enviar uma mensagem. – Deixo o celular entre nós e beberico do café. – Você tinha razão, mas eu não quis ouvir.
- Você tem medo e é natural mesmo que tenha. Também não confia e está tudo bem. – Ela dá de ombros, como se agora isso não importasse mais. – Uma hora você iria perceber que ele estava sendo sincero. Se não agora, mais adiante.
- Se algo acontecesse com ele... – Deixo o restante da frase morrer incompleta.
- Quase aconteceu. Eu sugiro que aproveite essa segunda chance.
O silêncio chega sorrateiro e não quero ficar calada. Sendo assim, mudo o rumo do assunto:
- Ei, e o Dom?
- Está no hotel, a irmã dele chegou.
- Você deveria voltar pra lá. – Aconselho.
- Olha, quase tive que dar um tapa no Dom para ele ficar no hotel quietinho. Não quero te dar um tapa pra você me deixar ficar por aqui.
- Você é muito violenta, credo.
- E você é muito teimosa. – Júlia revida e mira a lua por algum tempo, antes de questionar: – Acha que tudo já está previsto? Que a vida já foi escrita e estamos só encenando o teatro?
- Eu não sei, já fritei o cérebro filosofando sobre o assunto.
- Ah, tá explicada a sua loucura então. Cérebro frito.
- Besta. – Resmungo.
- Doida. – Ela retruca.
O silêncio retorna e desta vez eu permito. Ficamos olhando para o céu, só coexistindo. Apesar do cansaço, meu cérebro não desliga e eu não consigo relaxar. Júlia percebe o meu estado conturbado e aconselha:
- O sofá da recepção parece bacaninha, que tal dormir um pouco?
- Consiga uma visita para mim e eu prometo dormir depois disso.
- Sou quase uma enfermeira-chefe, posso conseguir qualquer coisa. – Ela se ergue do banco e me lança uma piscadela confiante. – Eu já venho.
Pouco tempo depois, estou de frente para uma porta semiaberta e ganhei um minuto de visita. Júlia me incentiva e eu entro, sem vacilo. A iluminação do monitor cardíaco me guia até a cama e eu toco a mão dele, bem de leve.
Checo a pulsação e está boa. A respiração está tranquila. Ele está aquecido e bem monitorado. Dou uma olhada nas medicações e estão corretas, com fluxos lentos e constantes.
Fecho os dedos em torno da mão dele, inclino o corpo o suficiente e sussurro, ao pé do ouvido:
- Se algum dia alguém me perguntar porque escolhi a medicina, já sei que história vou contar.
Malcom continua com os olhos fechados, mas sinto uma leve pressão na minha mão. Ele ouviu o que eu disse e respondeu do jeito que deu. Deixo um beijo em sua testa e meu tempo está esgotado por hoje.
Começo a pensar que nossas horas estão contadas e, o tempo que resta, não pode ser desperdiçado com bobagens. Aprendi a lição da pior forma e só farei o meu melhor a partir de agora.
Obrigada, Mal.
CAPÍTULO 1
Já é manhã do lado de fora do hospital municipal. Meus olhos estão pesados e ardendo horrores. A cabeça lateja, de forma insistente, pedindo por alguma atenção. Preciso de café e devo me obrigar a comer alguma coisa.
Júlia está no outro sofá, agarrada com uma almofada redonda. Sento sobre o estofado e levo as mãos às têmporas, pedindo que a dor suma, como que por magia. Lógico que isso não acontece e preciso de um comprimido.
Arrasto-me até o guichê e minha voz não sai. A enfermeira de plantão me fita, em compreensão. Saca uma cartela de comprimidos de um armário de vidro e me estende duas drágeas.
- Muita agitação, não? – Ela questiona, amigável.
- Estou só o pó. – Devolvo, cambaleante. – Alguma notícia do doutor Malcom?
- Ele está estável, passou bem a noite. Deve ser transferido para o quarto daqui a pouco, não se preocupe.
Com esta informação primordial, sigo até o bebedouro e, de posse de um copinho de plástico, preencho o conteúdo com água na temperatura natural. Enfio os dois comprimidos na boca e, numa
