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Nogueira - Adeilson Nogueira
NOGUEIRA
Adeilson Nogueira
Dedicatória
Ao melhor Nogueira que já conheci, o Pai e o Amigo que Deus me deu: Francisco de Carvalho Nogueira.
Que Deus o acolha para sempre!
ÍNDICE
NOGUEIRAS NA IDADE MÉDIA.......................................04
BRASÃO DE ARMAS...........................................................08
NO BRASIL..........................................................................09
NOGUEIRAS E A INQUISIÇÃO ..........................................11
GENEALOGIA......................................................................13
NOGUEIRAS NA IDADE MÉDIA
Muitos acreditam que o sobrenome Nogueira tem sua origem por designar uma árvore ou tem sua origem entre os cristãos-novos.
Esta é uma falsa crença. A partir de 1497, os judeus portugueses foram forçados a se converter ao Catolicismo para fugir às fogueiras da Inquisição. Na pia batismal, adotaram nomes cristãos, muitos relacionados com nome de árvore, como Oliveira, Pereira, Silveira, mas muitos destes sobrenomes já existiam anteriormente. O
sobrenome Nogueira, por exemplo, já existia há quase quatrocentos anos. E muitos cristãos-novos também adotaram sobrenomes não relacionados com plantas.
Quanto à descendência judaica, vale destacar que, nenhum descendente de português hoje, independentemente do sobrenome, deixa de ter algum sangue judeu. Eles eram dez por cento da população portuguesa nos fins do século XV.
A palavra Nogueira vem do latim, nucaria
, e apareceu na forma atual já em 1086, no latim vulgar da época, como podemos ver na famosa Portugaliae Monumenta Historica
.
Os Nogueiras figuram nos livros genealógicos portugueses desde 1070, intimamente ligados a famílias espanholas. Tudo leva a crer que os primeiros Nogueiras procediam dos bárbaros visigodos que 4
invadiram a Península Ibérica no século VI. Comandados por Ataulfo, absorveram os suevos que os tinham precedido, e erigiram o mais forte e duradouro reino bárbaro de que se tem memória, na região aquém pirenaica, escolhendo para capital Toledo. Embora vencedores, não tiveram dúvida em assumir a civilização romana e, com ela, o próprio latim, já sensivelmente alterado. Porém no século VIII surgiram os árabes. Comandados por Tárique e Musa, atravessaram as colunas de Hércules e precipitaram-se sobre o solo peninsular. Em 711, às margens do rio Crissus, o último rei godo, Rodrigo, foi vencido.
Os antepassados godos dos Nogueiras, já convertidos ao cristianismo, chefiados pelo nobre Pelágio, não querendo se submeter aos infiéis, refugiaram-se nas montanhas das Astúrias, que então se tornaram o baluarte da reconquista, expulsando os árabes da península após oito séculos de sangrentas batalhas.
Durante o domínio muçulmano, os cristãos organizavam cruzadas com o fim de libertarem o território ibérico. Para maior estímulo, os papas concediam-lhes as mesmas indulgências que aos que iam combater no Oriente pela conquista dos Santos Lugares.
Os Nogueira participaram destas cruzadas. Eles eram fidalgos estreitamente ligados à luta contra os mouros.
O nome mais antigo que nos chega é o de Dom Paio. Ele deve ter nascido na Península Ibérica por volta de 1065, sendo um daqueles senhores que na ribeira do rio Minho mantinham castelo e terra murada quando os barões franceses desceram com pendão e caldeira, na hoste do borguinhão, assim era chamado o Conde Dom Henrique de Borgonha! No reinado de Afonso VI, rei de Castela e Leão, lutou contra os mouros, e recebeu como recompensa a mão de Dona Tareja e o Condado Portucalense, ao sul da Galiza. Ali estava o solar de Dom Paio, antepassado dos Nogueiras, que se tornou seu fiel aliado.
Dom Paio era um fidalgo de alta linhagem e de grandes haveres, tendo poder
